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quinta-feira, 3 de abril de 2008

Tutorial - Criando Nuvem de Tags

Galera seque o artigo de Nuvem de Tags para blog. Vamos lá!

Primeiro Passo:

Adicione as tags ( marcadores) aos seus posts. Se você tiver um blog muito grande isso pode levar tempo.

PS.: Caracter # para que o post aparecesse corretamente. É necessário a retirada desse caracter ao usar esse codígo para bom funcionamento.

Segundo Passo:

Vá ao edit Html do blogger beta e ache o final da folha de estilos. O finalzinho do CSS .

Você deve achar um comando assim é só localizar:

]]>< #/b:skin>

Depois adicione ACIMA dele a seguinte configuração do CSS:


labelCloud {text-align:center;font-family:arial,sans-serif;}
labelCloud .label-cloud li{display:inline;background-image:none !important;padding:0 5px;margin:0;vertical-align:baseline !important;border:0 !important;}
labelCloud ul{list-style-type:none;margin:0 auto;padding:0;}
labelCloud a img{border:0;display:inline;margin:0 0 0 3px;padding:0}
labelCloud a{text-decoration:none}
labelCloud a:hover{text-decoration:underline}
labelCloud li a{}
labelCloud .label-cloud {}
labelCloud .label-count {padding-left:0.2em;font-size:9px;color:#000}
labelCloud .label-cloud li:before{content:"" !important}

Terceiro Passo:

Abaixo do código:
]]>< #/b:skin>

E antes do código:
<#/head>


Você adiciona esse código:
<#script type='text/javascript'>
// Label Cloud User Variables
var lcBlogURL = 'LINK DO SEU BLOG'; // Exemplo: http://citypira.blogspot.com/
var maxFontSize = 20;
var maxColor = [0,0,255];
var minFontSize = 10;
var minColor = [0,0,0];
var lcShowCount = false;
<
#/script>


Quarto Passo:

Certifique-se que o comando Expand Widget Templates, na tela de edição do template, canto superior direito, esteja DESMARCADA.

Pois se ela estiver marcada o código
<#b:widget id='Label1' locked='false' title='Labels' type='Label'/>
vai se expandir, então você vai ter que adicionar o próximo código do ínicio ao fim, ou seja, até a tag
<#/b:widget>
estar finalizada.

Caso você nao encontre a tag acima você precisa adicionar os marcadores no seu blog através da tela de elementos da pagina

Portanto é mais fácil deixar a Expand Widget Templates desmarcada e procurar pelo comando:
<#b:widget id='Label1' locked='false' title='Labels' type='Label'/>
e substituí-lo completamente por:

<#b:widget id='Label1' locked='false' title='Label Cloud' type='Label'>
<#b:includable id='main'>
<#b:if cond='data:title'>
<#h2><#data:title/><#/h2>
<#/b:if>

<#div class='widget-content'>
<#div id='labelCloud'/>
<#script type='text/javascript'>

// Não mude nada a partir desse ponto -----------------
function s(a,b,i,x){
if(a>b){
var m=(a-b)/Math.log(x),v=a-Math.floor(Math.log(i)*m)
}
else{
var m=(b-a)/Math.log(x),v=Math.floor(Math.log(i)*m+a)
}
return v
}

var ta=0
var c=[];
var labelCount = new Array();
var ts = new Object;
<#b:loop values='data:labels' var='label'>
var theName = "<#data:label.name/>";
ts[theName] = <#data:label.count/>;
<#/b:loop>

for (t in ts){
if (!labelCount[ts[t]]){
labelCount[ts[t]] = new Array(ts[t])
}
}
tz = labelCount.length-1;
lc2 = document.getElementById('labelCloud');
ul = document.createElement('ul');
ul.className = 'label-cloud';
for(var t in ts){
for (var i=0;3 > i;i++) {
c[i]=s(minColor[i],maxColor[i],ts[t]-ta,tz)
}
var fs = s(minFontSize,maxFontSize,ts[t]-ta,tz);
li = document.createElement('li');
li.style.fontSize = fs+'px';
li.style.lineHeight = '1';
a = document.createElement('a');
a.title = ts[t]+' Posts in '+t;
a.style.color = 'rgb('+c[0]+','+c[1]+','+c[2]+')';
a.href = lcBlogURL+'/search/label/'+encodeURIComponent(t);
if (lcShowCount){
span = document.createElement('span');
span.innerHTML = '('+ts[t]+') ';
span.className = 'label-count';
a.appendChild(document.createTextNode(t));
li.appendChild(a);
li.appendChild(span);
}
else {
a.appendChild(document.createTextNode(t));
li.appendChild(a);
}
ul.appendChild(li);
abnk = document.createTextNode(' ');
ul.appendChild(abnk);
}
lc2.appendChild(ul);
<#/script>

<#noscript>
<#ul>
<#b:loop values='data:labels' var='label'>
<#li>
<#b:if cond='data:blog.url == data:label.url'>
<#data:label.name/>
<#b:else/>
<#a expr:href='data:label.url'><#data:label.name/><#/a>
<#/b:if>
(<#data:label.count/>)
<#/li>
<#/b:loop>
<#/ul>
<#/noscript>
<#b:include name='quickedit'/>
<#/div>

<#/b:includable>
<#/b:widget>

Quinto Passo:

Clique em preview para ver o resultado se ficou realmente legal em seu blog para evitar erros.

Se der algum problema clique em desfazer as alterações (Clean Edits) e refaça os passos.

Mas com certeza vai dar certinho e aí você já vai poder contar com uma núvem de tags no seu blogspot.

Muito bonito e útil pois sinaliza aos mecanismos de busca a suas palavras chaves mais importantes. ( É uma dica de otimização também )

Você pode fazer os ajustes na folha de estilos pra configurar a sua cor preferida, o tamanho máximo das palavras. É só atentar para o fato das cores estarem em padrão RGB.

sexta-feira, 28 de março de 2008

MacBook Air invadido em dois minutos e programador embolsa US$ 10 mil

O especialista em tecnologia Charlie Miller registrou na quinta-feira (27), quando ele conseguiu invadir um MacBook Air da Apple, em apenas dois minutos.

De acordo com o site “Macworld”, ao cumprir o desafio do evento de segurança PWN 2 OWN, realizado nos EUA, ele embolsou um prêmio de US$ 10 mil (cerca de R$ 17,4 mil) e levou o MacBook Air. Os organizadores do evento disponibilizaram o notebook da Apple, um Sony Vaio e um Fujitsu U810 para os participantes.

Aqueles que conseguissem invadir as máquinas poderiam levá-las para casa.

Em 2005, Miller ganhou US$ 50 mil pela descoberta de uma falha no sistema operacional Linux – a informação foi comprada por uma agência governamental, diz o “Macworld”.

Ninguém conseguiu completar o desafio no início do evento, quando as regras eram mais rígidas. Na quinta-feira, no entanto, elas ficaram mais flexíveis e os competidores puderam usar as máquinas para visitar sites e abrir mensagens de e-mail. O MacBook foi o único portátil invadido na quinta, mas os participantes acreditam que o mesmo acontecerá nesta sexta (28) com as outras máquinas, que rodam Linux e Windows.

De acordo com o “Macworld”, as regras determinavam que os competidores só poderiam tirar vantagem dos programas já instalados nos notebooks. Por isso, continua o site, a falha explorada pode ter sido encontrada no navegador Safari, da Apple.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Leite Adulterado? Java Nele!!

Vc não quer mais que adulterem o leite de suas criançinhas!? Há uma solução em java, veja o source, como antes Denys dizia se poderia ter como estar solucionando este problema em postos resolvi postar este code para não ficar no esquecimento:



// Altere seu código de

Public class Leite{

private Set ingredientes;
public Set getIngredientes() {
return this.ingredientes;
{

}

// Para esse novo código

public final class Leite {

//Leite é leite, não existe esse negocio de
//LeiteComSoda extends Leite

/**
* Obs.: bem que meu professor de JAVA falou
* que esse negocio de heranca é uma droga
* tire todo esse código de ingredientes
* você quer é leite e não uma mistura de agua,
* agua oxigenada, soda caustica, etc ...
*/

}

// Não se esqueça de fazer tambem:

public class final class Leite implements NaoLetalAoSerHumano{
...
}

// Agora veja um código malicioso de laticínio que
// funcionava na primeira versão

public class LeiteFactory {
Leite getLeite() {
Leite leite = new Leite();
Set ingredientes = leite.getIngredientes();
ingredientes
.add(new Agua());
ingredientes
.add(new SodaCaustica());
ingredientes
.add(new AguaOxigenada());
}

}


Ps: Não entendo muito de java, leve pelo lado leite
do humor..

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Software Livre?

mais simples é impossível!!!

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Vírus para Linux?


Na prática não existe vírus em Linux são poucos. Uma vez ouvi uma explicação mais ou menos assim: Quem faz vírus é hacker. Quem gosta de Linux é hacker. Portanto, os hackers do Linux fazem vírus para a Microsoft. Mas será que os hackers fariam vírus para o próprio Linux? É claro que não! Eles amam o Linux!.


Mas falando sério, podemos listar alguns motivos para a não existência de vírus no mundo Linux:
1. os programas vêm de fontes confiáveis. O cuidado é tanto que alguns sites colocam um número (o md5) para verificar se o arquivo foi alterado ou não.


2. toda a execução de programas costuma ser feita com consentimento do usuário - (mas parece que têm gente que acha que quanto mais o Linux for parecido com a Microsoft, melhor). Esse fato impede que os vírus se propagem.


3. O Linux não é tão popular quanto a Microsoft e nem tão padronizado (a menos do kernel, as distribuições variam muito). Deve ter mais motivos. Mas esses já dão uma boa explicação.


No caso do windous já se tem uns 200 MIL vírus, e todo dia surgem mais.


quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Bons conselhos: Linux Prodigy



Tens que ver isto, e só uma criança, mais ele está aprendendo absorvendo tudo oquê e passado muito rápido, a cada dia mais inteligente. Incrivel!!

O bom seria excelente se todos estivese-mos rodeados de pessoas que desde crianças nos den tão bons conselhos está é uma campanha de software abiente da IBM, meu para você use Linux.

Mais que é linux, Digão?


Linux é um sistema operativo baseado na arquitectura Unix que foi desenvolvido por Linus Torvalds inspirado no sistema Minix, que por sua vez é uma versão simplificada do Unix, e que por fim proveio do sistema Multics, isto é, o primeiro sistema operacional de tempo compartilhado (CTSS - Compatible Timesharing System). O Linux é um dos mais proeminentes exemplos de desenvolvimento com código aberto e de software livre. O seu código fonte está disponível sob licença GPL para qualquer pessoa utilizar, estudar, modificar e distribuir livremente.

Inicialmente desenvolvido e utilizado por nichos de entusiastas em computadores pessoais, o sistema Linux passou a ter a colaboração de grandes empresas, como a IBM, a Sun Microsystems, a Hewlett-Packard, e a Novell, ascendendo como principal sistema operacional para servidores -- oito dos dez serviços de hospedagem mais confiáveis da Internet utilizam o sistema Linux em seus servidores web.

Um sistema Linux é capaz de funcionar em um grande número de arquiteturas computacionais. É utilizado em supercomputadores, computadores pessoais e até em aparelhos celulares.

O Linux é na verdade o núcleo dos sistemas operacionais Linux, de forma que todo sistema operacional que tem o núcleo Linux como base, é chamado genéricamente de Linux. Richard M. Stallman, criador e líder do projeto GNU,solicita aos usuários e programadores que se refiram a sistemas baseados no Linux como GNU/Linux pois vários sistemas operacionais Linux construídos em torno do seu núcleo ou kernel utilizam como base, os programas do projeto GNU, que oferecem interpretador de comandos,utilitários,bibliotecas de software bibliotecas,compiladores,etc. Contudo não é necessário utilizar os programas desenvolvidos pelo projeto GNU para o funcionamento de um sistema operacional Linux, podemos utilizar outros programas desenvolvidos por outros grupos ou indivíduos, e mesmo criarmos nossa própria distribuição Linux sem usar qualquer programa desenvolvido pelo projeto GNU. Esta é uma das razões responsáveis pela controvérsia da nomenclatura Linux e GNU/Linux. A princípio os programas livres vinham em sua grande maioria do projeto GNU, hoje em dia, isto já é não é mais verdade e existem diversos grupos de desenvolvedores atuando no universo dos sistemas Linux, entre eles: Apache, Mozilla, OpenOffice, KDE, wine, mySQL, PostGreSQL, etc, Logo há vários programadores que discordam da visão de Stallman, assim como aqueles que concordam.

No decorrer do tempo, várias distribuições surgiram e desapareceram, cada qual com sua característica. Algumas distribuições são maiores outras menores, dependendo do número de aplicações e sua finalidade. Algumas distribuições de tamanhos menores cabem num disquete com 1,44 MB, outras precisam de vários CDs, existindo até algumas versões em DVD. Todas elas tem o seu público e sua finalidade, as pequenas (que ocupam poucos disquetes) são usadas para recuperação de sistemas danificados ou em monitoramento de redes de computadores.

De entre as maiores, distribuídas em CDs, podem-se citar: Slackware, Debian, Suse, e Conectiva. O que faz a diferença é como estão organizadas e pré-configuradas as aplicações. A distribuição Conectiva Linux, por exemplo, tinha as suas aplicações traduzidas em português, o que facilitou que usuários que falam a Língua Portuguesa tenham aderido melhor a esta distribuição. Hoje esta distribuição foi incorporada à Mandrake, o que resultou na Mandriva. Para o português, existe também a distribuição brasileira Kurumin, construída sobre Knoppix e Debian, e a Caixa Mágica, existente nas versões 32 bits, 64 bits, Live CD 32 bits e Live CD 64 bits, e com vários programas open source: OpenOffice.org, Mozilla Firefox, entre outros.

Exemplo de Desktop Linux.

(Clique para ampliar)

Via Linux wikipedia!

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Cuidado: Sua senha foi revelada!


Para vocês que usam senhas de quatro dígitos listadas no site logo abaixo. Agora um incrível hacker a tempos atrás montou uma página onde lista essas senhas. Funciona mesmo, achei facilmente a minha. E não serve só para bancos ou cartão de crédito. Até sites, se você usa o clássico "data de aniversário", 1909, ano de nascimento da filha, você está comprometido pois sua senha acaba de ser revelada.

Impressionante, confira!

domingo, 13 de janeiro de 2008

Primeiro vírus para iPhone

Com a minha falta de tempo para estar postando no blog logo já posto uma novidade. A firma de segurança F-Secure divulgou informações sobre o que parece ser o primeiro vírus trojan para o telefone celular da Apple, iPhone. Segundo o site BetaNews, o vírus teria sido criado por uma criança de 11 anos e ameaça apenas uma pequena parcela dos usuários que abriram seus dispositivos para instalação de aplicativos em sites não oficiais do iPhone, O trojan se disfarça de uma atualização para referência à próxima atualização de firmware, o sua pagina foi tirada do ar.

Imaginen caros leitores, Se desta vez foi um garoto de 11 anos apenas brincando inocentimente com arquivos XML quem criou o suposto trojan para o iPhone. Na próxima pode ser alguém com mais habilidade e com um alvo específico, Ainda não tenho o meu mais possuo o meu iPod Touch e bem assim esta bem vuneravel para ataquês de Xml onde hoje em dia está sendo em alta a sua utilização para ataquês.

 
Winoriginal.png